Holding familiar, planejamento sucessório e inventário

Direito Patrimonial e Sucessório para famílias e empresários em todo o Brasil

Seu patrimônio está preparado para a próxima geração?

Holding familiar, planejamento sucessório, inventário e proteção patrimonial lícita, com atuação direta do sócio fundador, que atende famílias e empresários nessa área desde 1996.

O primeiro contato permite compreender a situação e identificar se há possibilidade de atuação. Sede em Campo Grande — MS, com atendimento a clientes de todo o país.

30 anos

de atuação em Direito Patrimonial e Sucessório

Visão integrada

entre o sucessório, o societário e o tributário

Todo o Brasil

atendimento a famílias e empresários de qualquer estado

Holding, doação e testamento são instrumentos, não soluções prontas: a escolha depende do patrimônio, da família e dos objetivos de cada cliente.

Como atuamos

Soluções em Direito Patrimonial e Sucessório

Organização, proteção e transmissão de patrimônio para famílias, empresários, produtores rurais e profissionais liberais, com os efeitos tributários e societários de cada escolha examinados em conjunto, em qualquer estado do país.

Nenhuma economia ou proteção é presumida: cada estrutura depende dos requisitos legais, do regime de bens e da análise do caso concreto.

Holding familiar e integralização de imóveis

Situação
Família com imóveis, participações societárias ou atividade rural que deseja concentrar a administração dos bens e organizar a sucessão em vida.
O que é analisado
Composição do patrimônio, regime de bens dos sócios, custo de constituição e manutenção, tributação da integralização (ITBI e ganho de capital), regras de administração e cláusulas de proteção das cotas.
Forma de atuação
Constituição da sociedade, integralização dos imóveis, contrato social com cláusulas de governança e sucessão, e acompanhamento das obrigações periódicas. A holding só é recomendada quando a análise mostra que ela cabe ao caso.
Quando a holding patrimonial compensa realmente?

Planejamento sucessório: testamento e doação com reserva de usufruto

Situação
Quem quer definir em vida como os bens serão transmitidos, preservar a renda e o controle enquanto viver e reduzir a margem para disputas entre herdeiros.
O que é analisado
Herdeiros necessários e parte disponível, bens que podem ser doados, cláusulas de incomunicabilidade, impenhorabilidade e reversão, custo do ITCMD em cada alternativa e efeitos sobre o inventário futuro.
Forma de atuação
Elaboração de testamentos, doações com reserva de usufruto, partilha em vida e demais instrumentos, combinados conforme o objetivo da família e sempre dentro dos limites da legítima.
Testamento, holding ou doação: qual ferramenta usar em cada caso

Inventário judicial e extrajudicial

Situação
Falecimento recente, bens em nome do falecido, herdeiros em cidades ou estados diferentes, ou um inventário que já começou e não avança.
O que é analisado
Existência de testamento, capacidade e consenso dos herdeiros, bens e dívidas do espólio, documentação dos imóveis, ITCMD devido e a via mais adequada: cartório ou processo judicial.
Forma de atuação
Condução do inventário extrajudicial em cartório, quando os requisitos legais permitem, ou do inventário judicial, com habilitação de herdeiros, partilha, regularização de imóveis e representação em eventual conflito.
Inventário extrajudicial: quando é possível e como evitar o processo judicial

Proteção patrimonial lícita

Situação
Empresário, produtor rural ou profissional liberal cuja atividade gera passivos e que mantém bens pessoais expostos a esse risco.
O que é analisado
Origem e momento de aquisição dos bens, dívidas existentes ou previsíveis, bem de família, regime de bens, tipo societário adotado e limites legais para a separação entre patrimônio pessoal e empresarial.
Forma de atuação
Reorganização lícita da titularidade dos bens, adequação do tipo societário e das garantias pessoais, com orientação clara sobre o que a lei protege e o que não protege. Nenhuma estrutura afasta credores de dívidas já constituídas ou fraudes.
Proteção patrimonial: mitos e realidades para empresários

Regime de bens, pacto antenupcial e partilha na dissolução conjugal

Situação
Casamento ou união estável a caminho, sócio que precisa preservar a empresa em caso de separação, ou divórcio com bens e participações a dividir.
O que é analisado
Regime de bens vigente ou pretendido, bens particulares e comuns, participações societárias, reflexos sucessórios de cada regime e o que pode ser ajustado por pacto antenupcial ou contrato de convivência.
Forma de atuação
Elaboração de pactos antenupciais e contratos de união estável, alteração de regime de bens e condução da partilha, consensual ou litigiosa, em harmonia com a estrutura societária da família.
Planejamento patrimonial para casais: regimes de bens e seus efeitos

Governança familiar e acordos de sócios com cláusulas sucessórias

Situação
Empresa familiar com sócios de gerações diferentes, herdeiros que não atuam no negócio ou risco de um falecimento paralisar a sociedade.
O que é analisado
Estrutura societária, regras de entrada e saída de herdeiros, apuração de haveres, administração, distribuição de resultados e mecanismos de solução de conflitos entre os ramos da família.
Forma de atuação
Acordos de sócios e protocolos familiares com cláusulas sucessórias, ajuste do contrato social e definição das regras de governança que a família se compromete a seguir.
Quem deve ser sócio da holding: cônjuge, filhos e herdeiros

Houve um falecimento na família?

Converse com o responsável pela área para entender os prazos, o custo do inventário e se o caso permite a via extrajudicial. Documentos e dados pessoais só são trocados depois, por canal seguro.

Inventário: quanto custa e como evitar o processo judicial
Falar sobre um inventário

Método

Como funciona o atendimento

  1. Levantamento do patrimônio e da família

    Bens, dívidas, regime de bens, empresas e objetivos de cada integrante.

  2. Diagnóstico jurídico e tributário

    Riscos, custos e alternativas legalmente possíveis para o caso.

  3. Definição da estrutura

    Apresentação dos instrumentos indicados, com seus efeitos e limites.

  4. Implementação e acompanhamento

    Redação, registro, inventário ou condução judicial, conforme a estratégia.

Atuação integrada do escritório

Toda transferência de bens tem um custo tributário e, quase sempre, um reflexo societário. Por isso as demandas patrimoniais são conduzidas em conjunto com as áreas tributária, empresarial e do agronegócio, para que a estrutura escolhida não crie um problema novo.

Retrato do Dr. Flávio Nogueira Cavalcanti, sócio responsável pela área de Direito Patrimonial e Sucessório

Responsável pela área

Dr. Flávio Nogueira
Cavalcanti

OAB/MS 7168

Sócio fundador do escritório, graduado em Direito pela UCDB em 1996, pós-graduado em Direito Tributário pelo IBET e em Direito Administrativo pela UFMS. Atende famílias e empresários em questões patrimoniais e sucessórias desde 1996, a partir de Campo Grande e para todo o Brasil.

A formação tributária orienta o trabalho: uma holding, uma doação ou um testamento só se justificam quando o custo fiscal e de manutenção é compatível com o que a família ganha em organização e segurança. Conduz pessoalmente cada caso, do levantamento do patrimônio à conclusão do inventário ou ao registro da estrutura.

OAB/MS 7168UCDB 1996IBETUFMSSócio fundador
Conheça a experiência do advogado responsável pela área patrimonial e sucessória

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre planejamento patrimonial e sucessão

Respostas gerais, para orientar o primeiro passo. Cada caso depende da análise dos documentos, do regime de bens e da legislação aplicável.

Holding familiar vale a pena para qualquer patrimônio?

Não. A holding tem custo de constituição e de manutenção, exige contabilidade e obrigações periódicas, e pode gerar ITBI ou ganho de capital na integralização dos imóveis. Para patrimônios menores, ou compostos apenas por um imóvel residencial, uma doação com reserva de usufruto ou um testamento podem atender ao mesmo objetivo com menos custo. A indicação só é possível depois de examinar os bens, o regime de bens e a situação da família.

É possível evitar o inventário?

O inventário é o procedimento legal para transmitir os bens de quem faleceu. O que o planejamento sucessório pode fazer é transferir bens em vida, por doação ou por integralização em sociedade, de modo que, no falecimento, reste pouco ou nada a inventariar. Isso depende de os instrumentos terem sido feitos corretamente, dentro dos limites da legítima, e de não haver bens adquiridos depois. Bens deixados de fora seguirão pelo inventário.

Quando o inventário pode ser feito em cartório?

O inventário extrajudicial é possível quando os herdeiros são capazes e estão de acordo com a partilha, sempre com a presença de advogado. A existência de testamento, que antes impedia a via em cartório, hoje é admitida em diversas situações, conforme as normas do Conselho Nacional de Justiça e do tribunal do estado. Havendo conflito entre herdeiros, ou herdeiro incapaz fora das hipóteses que essas normas admitem, o caminho é o inventário judicial.

Qual a diferença entre testamento, doação com reserva de usufruto e holding?

O testamento só produz efeitos após o falecimento e permite dispor da parte disponível do patrimônio, mantendo a liberdade de alterá-lo em vida. A doação com reserva de usufruto transfere a propriedade desde já, mas o doador conserva o uso e a renda do bem até o fim da vida. A holding reúne os bens em uma sociedade e a sucessão passa a incidir sobre as cotas, o que facilita a administração e a doação com cláusulas. Os instrumentos não se excluem: com frequência são combinados.

O que é o ITCMD e o que muda com a reforma tributária?

O ITCMD é o imposto estadual que incide sobre heranças e doações. A Emenda Constitucional 132/2023 determinou que ele seja progressivo, com alíquotas maiores conforme o valor transmitido, e cada estado vem ajustando a própria legislação. Antecipar a sucessão pode fazer sentido em alguns casos, mas a decisão deve considerar a lei vigente no estado no momento da operação, o custo de cada instrumento e os objetivos da família.

A holding protege o patrimônio contra dívidas da empresa?

Não de forma automática nem absoluta. A holding separa a titularidade dos bens, mas os credores podem alcançar as cotas do sócio, e a transferência de bens feita quando já existem dívidas pode ser anulada por fraude contra credores ou fraude à execução. A proteção que a lei admite é a organização prévia e transparente do patrimônio, feita antes do surgimento do passivo, aliada ao bem de família e à escolha adequada do tipo societário.

Casar em comunhão parcial ou em separação total: o que muda para o patrimônio?

Na comunhão parcial, os bens adquiridos onerosamente durante o casamento pertencem aos dois: o cônjuge sobrevivente é meeiro deles e herdeiro dos bens particulares. Na separação total convencional, cada um conserva seus bens em vida, mas, no falecimento, o cônjuge continua sendo herdeiro e, pela interpretação predominante nos tribunais, concorre com os descendentes. O regime também interfere na holding, porque em regimes de comunhão as cotas podem ser comuns ao casal. Por isso o pacto antenupcial é examinado junto com o planejamento sucessório.

O atendimento é apenas para famílias de Campo Grande?

Não. O escritório tem sede em Campo Grande desde 1996 e atende famílias e empresários de todo o Brasil. O planejamento patrimonial é conduzido em grande parte à distância, com reuniões por vídeo e assinatura eletrônica de documentos, e inventários, registros e processos tramitam em meio eletrônico, o que permite atuar em qualquer estado, com apoio de correspondentes quando algum ato presencial for necessário.

Entenda se o seu patrimônio está organizado para a próxima geração

Uma análise técnica pode indicar se holding, doação, testamento ou inventário são os caminhos adequados à sua família, em que ordem e a que custo.