Contratos agrários, terra, sucessão e tributação rural

Direito do Agronegócio para produtores rurais em todo o Brasil

A estrutura jurídica da sua fazenda acompanha o tamanho da operação?

Contratos agrários, regularização do imóvel, sucessão da fazenda e tributação da atividade rural, com atuação direta do sócio fundador do escritório.

O primeiro contato permite compreender a situação e identificar se há possibilidade de atuação. Sede em Campo Grande — MS, com atendimento a produtores de todo o país.

30 anos

de atuação jurídica e tributária

Todo o Brasil

com sede em Campo Grande — MS

Atuação integrada

contratual, fundiária, tributária e sucessória

Cada estrutura contratual, fundiária, tributária ou sucessória é definida a partir dos documentos do imóvel, da atividade e dos objetivos da família, sem soluções padronizadas.

Como atuamos

Soluções em Direito do Agronegócio

Assessoria jurídica para produtores rurais, pecuaristas, famílias proprietárias de terra, empresas agrícolas, cooperativas e investidores do setor, do Mato Grosso do Sul e do Centro-Oeste a qualquer estado do país, cobrindo o imóvel, os contratos, a tributação, a sucessão e o crédito da atividade.

Nenhuma economia ou proteção é presumida: cada estrutura depende dos requisitos legais, da situação do imóvel e da análise do caso concreto.

Regularização fundiária, georreferenciamento e CAR

Situação
O imóvel tem matrícula desatualizada, área sem certificação no INCRA, CAR pendente ou inconsistente, reserva legal não averbada ou licenciamento ambiental em aberto.
O que é analisado
Cadeia dominial, memorial descritivo, certificação do georreferenciamento, situação do CAR e do CCIR, reserva legal e áreas de preservação, e exigências do Código Florestal aplicáveis ao imóvel.
Forma de atuação
Condução da regularização e da titulação junto ao cartório de registro de imóveis, ao INCRA e aos órgãos ambientais, com apoio técnico de agrimensura quando necessário. Prazos e viabilidade dependem da situação de cada imóvel.
Regularização de imóvel rural: CAR, georreferenciamento e ITR sem dor de cabeça

Contratos agrários: arrendamento, parceria, comodato, integração e barter

Situação
O produtor cede ou toma áreas, integra a produção a uma indústria ou troca insumos por produção futura com contratos verbais, genéricos ou desequilibrados.
O que é analisado
Regras do Estatuto da Terra sobre prazos, preferência e renovação, distribuição de riscos, preço e forma de pagamento, benfeitorias, garantias, reflexos tributários de cada modalidade e cláusulas de saída.
Forma de atuação
Elaboração e revisão de contratos de arrendamento, parceria rural, comodato, integração e barter, além da condução de renegociações e de disputas contratuais quando o contrato já apresenta problemas.
Arrendamento rural: os riscos jurídicos que o produtor ignora

Tributação da atividade rural

Situação
A atividade cresceu, o faturamento mudou de patamar ou a família nunca colocou lado a lado os regimes possíveis para a atividade.
O que é analisado
Apuração do imposto de renda da pessoa física na atividade rural, Funrural, ITR e sua base de cálculo, IRPJ e CSLL na pessoa jurídica, ITCMD na transmissão, e o que muda com a reforma tributária para o produtor.
Forma de atuação
Consultoria tributária para produtor pessoa física e pessoa jurídica, definição de regime e estruturação da atividade. Uma alternativa só é indicada quando é lícita e cabe à realidade da operação.
Tributação do Produtor Rural: PF, PJ ou Holding?

Sucessão da fazenda e organização patrimonial

Situação
A propriedade está concentrada em uma geração, os herdeiros têm participação desigual na atividade e o inventário, quando vier, pode paralisar a operação ou forçar a venda da terra.
O que é analisado
Composição do patrimônio, regime de bens, situação registral dos imóveis, custo de ITCMD e de ITBI, regras de governança entre herdeiros e alternativas como doação com reserva de usufruto, testamento e holding rural.
Forma de atuação
Planejamento sucessório e constituição de holding rural quando indicada, com contrato social, acordo de sócios e regras de entrada e saída de herdeiros, sempre comparando custo e efeito prático com a situação atual.
Sucessão no agronegócio: como evitar que a fazenda seja vendida para pagar o inventário

Crédito rural, CPR e renegociação de dívidas

Situação
Cédulas rurais, CPRs, garantias sobre a terra e o maquinário, safras frustradas e vencimentos que o caixa não acompanha.
O que é analisado
Cláusulas das cédulas e das CPRs, garantias constituídas, encargos cobrados, hipóteses de prorrogação previstas nas normas do crédito rural e a fase em que a cobrança se encontra.
Forma de atuação
Assessoria na contratação e na revisão de instrumentos de crédito e de garantia, renegociação com instituições financeiras e defesa em execuções, conforme o contrato e o estágio da dívida.
CPR: Como a Cédula de Produto Rural Financia a Safra

Posse, desapropriação e relações de trabalho rural

Situação
Invasão ou disputa de divisas, notificação de desapropriação ou servidão imposta ao imóvel, e passivo trabalhista em uma atividade que emprega safristas, tratoristas e caseiros.
O que é analisado
Documentos de posse e propriedade, laudos e avaliação da terra na desapropriação, contratos de trabalho rural, jornada, moradia, segurança e normas específicas do trabalho no campo.
Forma de atuação
Ações possessórias, acompanhamento de desapropriações e de indenizações, e orientação preventiva e defesa em questões trabalhistas rurais, em qualquer estado do país.
Desapropriação rural: seus direitos quando o Estado quer sua terra

A fazenda vai passar para a próxima geração?

Converse com o responsável pela área para apresentar o contexto da família e da propriedade e verificar a possibilidade de atuação. Matrículas, contratos e dados patrimoniais só são trocados depois, por canal seguro.

Sucessão rural: como profissionalizar a fazenda antes da próxima geração
Falar sobre a sucessão da fazenda

Método

Como funciona o atendimento

  1. Compreensão da atividade

    Análise do imóvel, dos contratos em vigor, da família e do objetivo do produtor.

  2. Mapeamento de riscos e pendências

    Matrícula, INCRA, CAR, tributação atual, dívidas e os caminhos juridicamente possíveis.

  3. Definição da estratégia

    Apresentação das alternativas, dos custos e dos impactos de cada uma.

  4. Implementação e acompanhamento

    Contratos, registros, constituição de estruturas ou defesa, conforme o caso.

Atuação integrada do escritório

A fazenda raramente traz uma questão isolada. Quando o tema envolve tributação, patrimônio da família, sociedade entre herdeiros ou contratos com a indústria, a demanda é conduzida em conjunto pelas áreas do escritório.

Retrato do Dr. Flávio Nogueira Cavalcanti, sócio responsável pela área de Agronegócio

Responsável pela área

Dr. Flávio Nogueira
Cavalcanti

OAB/MS 7168

Sócio fundador do escritório, com sede em Campo Grande desde 1996 e atuação em todo o Brasil. Graduado em Direito pela UCDB em 1996, pós-graduado em Direito Tributário pelo IBET e em Direito Administrativo pela UFMS, acompanha produtores rurais e famílias proprietárias de terra desde o início da atividade profissional.

Conduz pessoalmente as demandas de contratos agrários, regularização do imóvel, sucessão e tributação da atividade rural, do primeiro contato à conclusão do trabalho, integrando a visão tributária à organização patrimonial da fazenda.

OAB/MS 7168UCDB 1996IBETUFMS
Conheça a experiência do advogado responsável pela área de Agronegócio

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns sobre Direito do Agronegócio

Respostas gerais, para orientar o primeiro passo. Cada caso depende da análise dos documentos do imóvel, dos contratos e da legislação aplicável.

Contrato de arrendamento rural pode ser verbal?

A legislação agrária admite o contrato verbal, mas ele traz insegurança para os dois lados: prazo, preço, renovação, benfeitorias e devolução da área passam a depender de prova, e o Estatuto da Terra impõe regras mínimas que muitos produtores desconhecem. O contrato escrito, ajustado à cultura, ao ciclo produtivo e à área específica, é a forma de evitar disputas e de dar segurança ao arrendador e ao arrendatário.

Qual é a diferença entre arrendamento e parceria rural?

No arrendamento, o proprietário cede o uso da terra por um valor fixo e o risco da atividade fica com o arrendatário. Na parceria, proprietário e parceiro dividem frutos e riscos em percentuais definidos em contrato. A escolha altera responsabilidades, garantias e o tratamento tributário da renda de cada parte, por isso deve ser feita a partir da realidade da operação, não de um modelo pronto.

O que precisa estar regularizado antes de vender ou financiar um imóvel rural?

Em geral, a matrícula atualizada, o georreferenciamento certificado pelo INCRA quando exigido pela área e pelo tipo de ato, o CAR inscrito e coerente com a matrícula, o CCIR e o ITR em dia e a reserva legal devidamente registrada. Cada exigência depende do tamanho do imóvel, do estado e do ato pretendido, e a ausência de qualquer delas pode travar a escritura ou a liberação do crédito.

Holding rural sempre reduz tributos?

Não. A holding rural pode ser vantajosa em determinados cenários, sobretudo para organizar a sucessão e a governança entre herdeiros, mas em outros pode custar mais do que a tributação na pessoa física, inclusive pelo ITBI na integralização e pelas regras de apuração da atividade rural. Só a comparação entre a situação atual e a estrutura proposta, com base nos requisitos legais, permite dizer se ela faz sentido para aquela família.

Como organizar a sucessão da fazenda sem que o inventário paralise a atividade?

O caminho costuma combinar instrumentos como doação com reserva de usufruto, testamento, acordo entre herdeiros e, quando indicada, holding rural, de modo que a atividade continue operando e a partilha não obrigue a venda da terra. O planejamento não elimina o ITCMD nem afasta o inventário em todos os casos, mas permite prever custos, evitar litígio entre herdeiros e definir quem conduz a operação.

Produtor rural pessoa física ou pessoa jurídica: qual é a melhor opção?

Depende do porte da atividade, da margem, dos investimentos, da composição familiar e dos objetivos de sucessão. A pessoa física apura o IRPF sobre o resultado da atividade rural e recolhe o Funrural sobre a receita; a pessoa jurídica segue regras de IRPJ e CSLL e tem outros custos de manutenção. A resposta exige simulação com os números reais da operação, e não há opção que seja melhor para todos.

O que fazer quando a dívida de crédito rural fica difícil de pagar?

O primeiro passo é reunir as cédulas, os contratos e as garantias e identificar em que fase está cada obrigação. As normas do crédito rural preveem hipóteses de prorrogação em caso de frustração de safra ou de dificuldade de comercialização, e há espaço para renegociação com a instituição financeira. Se a cobrança já está em juízo, a defesa depende do contrato, das garantias e dos encargos cobrados, e cada caso precisa ser analisado individualmente.

O atendimento é apenas para produtores de Mato Grosso do Sul?

Não. O escritório tem sede em Campo Grande desde 1996, em um estado de vocação rural, e atende produtores, famílias e empresas do agronegócio de todo o Brasil. Grande parte do trabalho ocorre à distância, com reuniões por vídeo e troca eletrônica de documentos, e os processos tramitam em meio eletrônico, o que permite atuar perante cartórios, órgãos e tribunais de qualquer estado.

Entenda se a estrutura jurídica da sua fazenda está adequada

Uma análise técnica pode identificar pendências no imóvel, riscos nos contratos e alternativas legalmente aplicáveis à sucessão e à tributação da sua atividade rural.