TERMOS DE CONFIDENCIALIDADE. OS PERIGOS DE NÃO UTILIZÁ-LOS EM SUA CLÍNICA
Sabe por que fiz esse post? (Salva porque vocês vão precisar). Porque um médico me procurou aflito. Uma das secretárias estava revelando por aí o quanto a clínica arrecadava por dia. E antes que o problema tomasse maiores proporções, fiz um treinamen
Dr. Rodrigo Cavalcanti
Sabe por que fiz esse post? (Salva porque vocês vão precisar).
Porque um médico me procurou aflito. Uma das secretárias estava revelando por aí o quanto a clínica arrecadava por dia.
E antes que o problema tomasse maiores proporções, fiz um treinamento com os colaboradores, e finalizamos com a assinatura dos Termos de Confidencialidade.
Entenda a sua utilidade (e necessidade).
O termo de confidencialidade faz com que o colaborador ou empregado se obrigue a não revelar informações e fatos que tenha conhecimento em razão da função exercida dentro da clínica.
No documento estabelecemos claramente quais as consequências jurídicas para o caso de descumprimento das cláusulas de confidencialidade, tais como indenização por danos morais, lucros cessantes e ainda a responsabilização pelos danos causados a terceiros, dentre outras possibilidades sancionatórias.
Isso inibe o funcionário, pois, além de estar ciente de seus deveres éticos e jurídicos, pensará MIL vezes antes de “bater com a língua nos dentes”.
Exemplos práticos:
O documento assinado evita que o colaborador divulgue a receita da clínica para terceiros;
Evita que conte aos concorrentes as estratégias de negócios, ideias, técnicas utilizadas e preços praticados;
Evita que conte por aí o rol de pacientes do estabelecimento;
Evita que o colaborador exponha o caso clínico dos pacientes;
Evita que publique irresponsavelmente em mídias sociais toda sorte de imagens, vídeos e textos concernentes à clínica;
Evita que faça prints de prontuários e outros documentos;
Evita que use de forma imprudente a tecnologia, inclusive o teletrabalho, etc..
E então, se convenceram da importância deste documento?
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