20/
Aug
Giovanna Trad Cavalcanti palestra durante Fórum Brasileiro de Biossimilares

A advogada Giovanna Trad Cavalcanti palestrou na sexta edição do Fórum Brasileiro de Biossimilares, realizado entre os dias 05 e 06 de agosto, em Brasília. A programação foi focada nos principais temas relacionados ao futuro dos medicamentos biossimilares na América Latina.

 

 

Desde a sua primeira edição, o FLAB promove debates , educação básica e clínica além da geração de novas perspectivas sobre os biossimilares. Para 2015, a comissão científica preparou uma programação ricamente estruturada com temas atuais e de alta relevância.

 

 

A advogada palestrou sobre patentes das drogas de referência e critérios de registro na Anvisa. “Apesar de tais medicamentos ostentarem custo elevadíssimo, é bom reforçar que é obrigação do Estado, fornecê-los a cada indivíduo que dele necessitar, independentemente de constar ou não nas listas ou protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do SUS”, ressalta.

 

Produzidos a partir de células vivas, como bactérias, fungos ou células de mamíferos, - fermentados e purificados em laboratório -, os biofármacos e seus biossimilares são medicamentos indicados para o tratamento de diversas doenças crônicas e agudas. Sua produção exige uma série de avaliações quanto a sua segurança e eficácia – com atenção especial para efeitos clínicos, toxicidade e ações biológicas, entre outros aspectos.

 

Em geral, esses medicamentos são substâncias indicadas para a reposição de proteínas faltantes no organismo, como certos hormônios – insulina, hormônio do crescimento e eritropoietina. Outra função deles é o bloqueio da ação de células ou proteínas envolvidas nos mecanismos causadores de doenças de origem imunológica, como artrite reumatóide, lúpus, câncer e esclerose múltipla, entre outras.

 

Ao contrário dos genéricos, que são versões idênticas e de menor custo de um medicamento comum, os biossimilares são substâncias complexas que não chegam a ser cópias identicas ao biofármaco original e sua eficácia e segurança só podem ser realmente comprovadas por estudos clínicos.

 

“O SUS deve atender a todos de maneira plena, desde os casos mais simples e corriqueiros até os mais singulares, e deve dispor de uma reserva suficiente para as situações que demandem altos investimentos financeiros”, explica Giovanna.

A advogada Giovanna Trad Cavalcanti palestrou na sexta edição do Fórum Brasileiro de Biossimilares, realizado entre os dias 05 e 06 de agosto, em Brasília. A programação foi focada nos principais temas relacionados ao futuro dos medicamentos biossimilares na América Latina.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desde a sua primeira edição, o FLAB promove debates , educação básica e clínica além da geração de novas perspectivas sobre os biossimilares. Para 2015, a comissão científica preparou uma programação ricamente estruturada com temas atuais e de alta relevância.

A advogada palestrou sobre patentes das drogas de referência e critérios de registro na Anvisa. “Apesar de tais medicamentos ostentarem custo elevadíssimo, é bom reforçar que é obrigação do Estado, fornecê-los a cada indivíduo que dele necessitar, independentemente de constar ou não nas listas ou protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas do SUS”, ressalta.

 

Produzidos a partir de células vivas, como bactérias, fungos ou células de mamíferos, - fermentados e purificados em laboratório -, os biofármacos e seus biossimilares são medicamentos indicados para o tratamento de diversas doenças crônicas e agudas. Sua produção exige uma série de avaliações quanto a sua segurança e eficácia – com atenção especial para efeitos clínicos, toxicidade e ações biológicas, entre outros aspectos.

 

Em geral, esses medicamentos são substâncias indicadas para a reposição de proteínas faltantes no organismo, como certos hormônios – insulina, hormônio do crescimento e eritropoietina. Outra função deles é o bloqueio da ação de células ou proteínas envolvidas nos mecanismos causadores de doenças de origem imunológica, como artrite reumatóide, lúpus, câncer e esclerose múltipla, entre outras.

 

Ao contrário dos genéricos, que são versões idênticas e de menor custo de um medicamento comum, os biossimilares são substâncias complexas que não chegam a ser cópias identicas ao biofármaco original e sua eficácia e segurança só podem ser realmente comprovadas por estudos clínicos.

 

“O SUS deve atender a todos de maneira plena, desde os casos mais simples e corriqueiros até os mais singulares, e deve dispor de uma reserva suficiente para as situações que demandem altos investimentos financeiros”, explica Giovanna.